quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Solaris


Lançada em abril desse ano, uma nova edição de Solaris, classico de ficção científica do russo Stanislaw Lem, pela editora Aleph, com design de capa por Pedro Inoue.




quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Finalistas Jabuti 2017 - Melhor Projeto Gráfico

Dando continuidade aos finalistas do prêmio Jabuti de 2017, nas categorias que interessam a esse blog, abaixo estão as capas dos finalistas na categoria melhor projeto gráfico (não encontrei imagens da diagramação interna de todos os finalistas ainda). Estão dispostos sem nenhuma ordem específica.

A Modernidade Impressa: Artistas e ilustradores da Livraria do Globo, Editora da UFRGS. Projeto gráfico de Paula Ramos e Sandro Fetter.

Parte frontal da sobrecapa

Sobrecapa aberta
Capa da encadernação em capa-dura

Aniki Bobó, Verso Brasil Editora. Projeto gráfico de Beatriz Lamego.


Anri Sala: o momento presente, Instituto Moreira Salles. Projeto gráfico de Bloco Gráfico



Dom Casmurro, editora Carambaia. Projeto gráfico de Tereza Bettinardi.
Mais imaeens desse projeto gráfico podem ser vistas aqui.


Estórias da rua que foi balsa, Guayabo Edições. Projeto gráfico de Patrícia Rezende e Valquíria Rabelo.

Macunaíma, Ateliê Editorial. Projeto gráfico de Gustavo Piqueira / Casa Rex


O Saci, Globo Livros. Projeto gráfico de Mayumi Okuyama


Os Sertões, Ubu Editora. Projeto gráfico de Flávia Castanheira



Ressaca Tropical, Ubu Editora. Projeto gráfico de Elaine Ramos




quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Finalistas Jabuti 2017 - Melhor Capa

Os finalistas do prêmio Jabuti foram anunciados hoje. Abaixo estão os finalistas na categoria melhor capa (dispostos em nenhuma ordem em particular). Clique nas imagens para ampliar.

A Gravidade das Coisas Miúdas | SESI-SP
Capa por Tereza Bettinardi

Antologia Poética de Fernando Pessoa | Editora Bazar do Tempo
Capa por Anderson Junueira e Victor Burton

Sobre o projeto gráfico da Antologia Poética, mais imagens podem ser vistas nesse link.

História da Teoria da Arquitetura
Design de Gustavo Piqueira / Casa Rex | Editora EDUSP


Diário de Francisco Brennand | Editora Inquietudo
Capa por Flavio Flock(o livro é um box, não encontrei imagens das capas individuais)
Jayme C. Fonseca Rodrgues Arquiteto | BEI Editora
Capa por Alexandre Costa
Macunaíma, o herói sem nenhum caráter | Ateliê Editorial
Capa por Gustavo Piqueira / Casa Rex
 (edição limitada e numerada)
Millôr: Obra Gráfica | Instituto Moreira Salles
Capa por Celso Longo e Daniel Trench
O biquiní Made in Brazil | Arte Ensaio
Capa por Giovanni Banco
Os Buddenbrooks | Companhia das Letras
Capa por Raul Loureiro
Ria Lee: uma autobiografia | Globo Livros
Capa por Rita Lee

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Brasileiros no exterior (13)


Capas de livros de autores brasileiros contemporâneos, em edições lançadas recentemente no exterior.

A maçã envenada, Michel Laub, edição inglesa da Harvill Secker sendo lançada esse mês.
A vida invisível de Euridice Gusmão, de Martha Batalha, edição inglesa da Oneworld Publications.

Habitante Irreal, de Paulo Scott, edição croata da Hena Com
Dias Perfeitos, de Raphael Montes, edição dinamarquesa da Gyldendal
Amora, de Natália Borges Polesso, edição argentida pela Odelia
A cabeça do santo, de Socorro Acioli, edição norte-americana da Delacorte Press


terça-feira, 25 de julho de 2017

segunda-feira, 24 de julho de 2017

Cosa Nostra no Brasil

Design de Rodrigo Maroja



Cosa Nostra no Brasil
Autor: Leandro Demori
Projeto Gráfico: Rodrigo Maroja
Editora: Companhia das Letras

clique para ampliar
Cosa Nostra no Brasil é um livro-reportagem escrito pelo jornalista Leandro Demori, sobre o mafioso de nome impronunciável na TV aberta Tommaso Buscetta, responsável por ter transformado a máfia italiana numa organização internacional, que colocou o Brasil na rota do crime organizado e veio a ser preso aqui, onde entregou e ajudou a derrubar o império da Cosa Nostra.

contracapa (clique para ampliar)
O conceito da capa criada pelo designer Rodrigo Maroja, da Maz Design + Arquitetura, para a Companhia das Letras, é o de remeter à ideia de jornais impressos, visto que a prisão de Buscetta no Brasil foi alvo de muitas reportagens nos anos 80. Capa, lombada e verso do livro formam uma única imagem, na vertical, como um jornal dobrado embrulhando o livro.


Era intenção da editora que houvesse uma foto de Buscetta na capa, mas como todas as fotos disponíveis traziam outros elementos no enquadramento, ela acabou na quarta-capa funcionando como se ilustrasse um jornal de verdade.

Note-se que o logo da editora e o nome do autor foram desenhados como se fosse o cabeçalho do jornal, o nome do autor em letras góticas típicas, o título e o subtítulo em fontes serifadas como uma manchete.

Na quarta capa, o texto é dividido em colunas, como numa reportagem. E claro, como estamos falando de um livro sobre máfia, gotas de sangue respingam sobre toda a capa, o vermelho se destacando sobre o preto e branco característico. 

Mas um detalhe bacana, que reforça a conexão brasileira nessa história toda, é que a mancha maior tem o formato do mapa do Brasil.

segunda-feira, 17 de julho de 2017

Invisível

Design por Tulio Cerquize


Invisível
Autor: David Levithan e Andrea Cremer
Projeto Gráfico: Tulio Cerquize
Acabamento: verniz
Editora: Galera Record


Lançado no Brasil em 2014, o romance young adult Invisível, escrito a quatro mãos por David Levithan e Andre Cremer, tem a premissa interessante (e complicada, do poto de vista do capista) de um protagonista que é, literalmente, invisível, vivendo numa das maiores cidades do mundo, Nova York. O resultado da capa é engenhoso e simbólico, o personagem representado apenas por uma aplicação de verniz. Na quarta capa, o processo é invertido, mostrando o ponto de vista da única garota que consegue enxergá-lo. Outro detalhe interessante é que todos os textos de capa, contracapa e orelha foram feitos à mão. Um exemplo de boa aplicação do verniz, de um modo que se conecta diretamente com o conceito, e não somente pelo efeito. Abaixo, uma entrevista com o designer Túlio Cerquize, responsável pela capa.


Como foi o processo para chegar ao resultado dessa capa? Qual dificuldade surgiu no caminho?
A primeira coisa em que pensei quando me passaram o briefing do livro foi, "legal, vou fazer uma capa ilustrada!". Um young adult com dois autores bem conhecidos no gênero, um prato cheio. Ele era recheado por uma linguagem jovem, cultura pop, quadrinhos... foi daí que parti. Acho importante esta parte, porque descobri o que não fazer, hahaha! A premissa dele também era muito poética e reflexiva e isto me fez perceber que com aquele tipo de ilustração figurativa que eu estava desenvolvendo não iria conseguir o que queria. Estava muito artificial, contrastando com o lettering solto e irreverente.

Quase como um estalo me veio a ideia das pinceladas. Elas casavam bem com o título, eram pregnantes e passavam com mais facilidade a minha mensagem. Então transpus para uma linguagem mais gráfica tudo que eu havia pensado antes, com o ponto principal (representando o protagonista) quase desaparecendo no verniz localizado. O resultado final foi bem satisfatório!

Qual a ideia por trás do conceito aplicado, e como a capa e a contracapa se relacionam?
Eu queria transmitir a solidão do protagonista. Ele é de Nova York, uma das metrópoles mais populosas do mundo, porém com um 'probleminha': é invisível desde que nasceu. Com a morte da mãe, a única a saber de sua existência, o garoto não consegue mais se comunicar com ninguém pessoalmente e começa apenas a observar as pessoas. A capa é isso, um ponto invisível no meio de tantos outros. A contracapa foi o processo inverso, já que no meio na trama aparece uma garota, que é a primeira pessoa em toda sua vida a conseguir enxerga-lo. Logo, o foco passa a ser aquele ponto que não era notado na capa.

clique para ampliar
Como foram produzidos os textos para capa e contracapa?
Com pincel, nanquim e caneta Pilot. Busquei uma linguagem próxima às rasuras de adolescentes que são feitas em cadernos e carteiras escolares, escritas com corretivo ou qualquer recurso disponível.

O que você acha faz uma boa capa de livro ser boa?
Acho que depende da linha editorial. Há capas que ganham mais no quesito conceitual, já outras no quesito estético. Pessoalmente, eu prezo muito pelo equilíbrio. O mais importante é que o designer saiba usar os recursos disponíveis para que o livro consiga captar a atenção do público alvo, passando a mensagem certa.
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Como você começou a trabalhar com design editorial?
Subconscientemente, quando eu tinha dez anos. Hahaha, brincadeira! Fiz a ilustração para a capa de um livro do meu pai nesta época e foi muito bacana, este foi meu primeiro contato. Claro que ter um pai escritor e uma mãe professora me influenciou muito. Depois de uma frustrada faculdade de informática, fui fazer design já decidido a trabalhar no ramo cultural. Na faculdade, corri bastante atrás de editoras cariocas e oportunidades na área, até que em 2011 surgiu a oportunidade de estagiar para a Record. Tive muita sorte, porque além de tudo tive como professores três dos melhores capistas do país (Leonardo Iaccarino, Diana Cordeiro e Elmo Rosa). Toda esta trajetória me fez amar e seguir amando o ofício.

Túlio Cerquize, 29, nasceu no Rio de Janeiro e é designer pela UFRJ. Trabalha desde 2011 com capas de livros e tem um tumblr para capas aprovadas e outra para reprovadas. Atualmente está no departamento de design do Grupo Editorial Record.

segunda-feira, 3 de julho de 2017

Andarilhos



Capa do romance Andarilhos, do escritor gaúcho Rodrigo Ungaretti Tavares, com ilustração de Tiago Oliveira, lançado pela Martins Livreiro Editor..



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